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sra-foreveralone:

“Countries By Cuisine”

Eu gosto de gostar de coisas que ninguém gosta.

 
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são referências, só, ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca, ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera, amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC, ama-se justamente pelo o que o amor tem de indefinível, honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó. Mas só o seu amor consegue ser do jeito que ele é.
Martha Medeiros.  (via nevarei)

 
Mas eu acredito, do fundo da minha alma, que quando é amor, não deixa de ser nunca.
Manuele Viana  (via amortizava)

 
Dizer adeus sem querer partir é doloroso demais.
Cory Buckman.   (via malifiquei)

 
Desejo a vocês… Cheiro de jardim, namoro no portão, domingo sem chuva, segunda sem mau humor, sábado com seu amor. Viver sem inimigos, filme antigo na TV, ter uma pessoa especial e que ela goste de você. Rir como criança, ouvir canto de passarinho, sarar de resfriado, escrever um poema de amor que nunca será rasgado.
 Carlos Drummond de Andrade (via amoremdoseselevadas)

 
A verdade é que todo mundo tem medo de viver um dia de incerteza. Todos tem medo de acordar no dia seguinte de maneira incerta. Porque ninguém vive de meio, ninguém come pela metade, ninguém trabalha pela metade, ninguém ama pela metade, ninguém vive pela metade. Ninguém quer a metade de nada, queremos viver de inteiro, mas infelizmente nem sempre conseguimos o inteiro, muito menos a metade.
Cuidei.   (via malifiquei)

 
"Who ever loved that cast the first stone.”
Eu tentei fazer tudo do jeito mais certo possível. Mas eu falhei, como sempre. Falhei ao deixar você fazer parte da minha vida mesmo sabendo que a gente não daria muito certo juntos, falhei em sentir o que eu sinto hoje por ti. Mas mesmo assim, não me arrependo do que vivemos, só me arrependo do nosso “trágico” fim.
Desabafos de uma alma perdida. (via carenciada)